3 – SEGUIMENTO

Uma vez terminada a diligência, no caso de a vítima não estar já a receber o apoio da organização de apoio à vítima antes da prática de acompanhamento, o/a TAV deverá questioná-la sobre a possibilidade de a contactar posteriormente, a fim de saber como se sente e de poder prestar apoio relativamente a eventuais necessidades que a vítima possa ter. No caso de vítimas menores de idade, o consentimento para este contacto de seguimento deve ser prestado pelos seus pais/representantes legais. Além disso, é igualmente importante que, sempre que se revele necessário, o/a TAV sensibilize os pais para a importância de um seguimento.

O Técnico de Apoio à Vítima pergunta à Vítima se a pode contactar alguns dias depois. Caso a Vítima não aceite ser contactada, o processo de acompanhamento é concluído e não existirá um processo de apoio posterior. Caso a Vítima aceite ser contactada, o Técnico contactará a Vítima no dia marcado. Perguntará à Vítima como se sente na sequência da diligência e avalia possíveis necessidades de apoio. Caso a Vítima o pretenda o apoio prossegue.

Fig. 5 – Procedimento de seguimento


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